Meus desassossegos sentam na varanda,
pra matear saudade nesta solidao,
cada por de sol,
doi feito uma brasa,
queimando lembranças,
no meu coraçao.
Vem a noite aos poucos,
alumiar o rancho,
com estrelas frias,
que se vao depois,
nada é mais triste,
neste mundo louco,
que matear com a ausencia,
de quem já se foi.
que desgosto o mate,
cevado de mágoas,
pra quem nao se basta,
pra viver tao só,
a insônia no catre,
vara a madrugada,
neste fim de mundo,
que nem deus tem dó.
Entao me pergunto,
neste desatino,
se este é meu destino,
ou deus se enganou,
todo desencanto,
para um só campeiro,
que de tanto amor,
se desconsolou.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
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